quinta-feira, 24 de setembro de 2009

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O Regresso do Candidato Sem Rosto

Quando tudo apontava para um início de aulas parado e maçador, eis que surge de novo o Candidato sem Rosto, empunhando a sua já célebre bandeira da democracia e da luta pela união da turma, a dar um bocado de animação a esta pasmaceira. Se a "(...) auto eleita delegada não mostrou perfil para a função, mas sim para a divisão, (...)", então há que arrepiar caminho, fomentar a união e, para isso, nada melhor que umas cartinhas anónimas.

E para garantir a transparência, rigor e isenção que a função exige, "(...) queremos que haja primeiro candidaturas, saber quem está disponível, e votações (...) - esta parte é que me vem criar problemas: eu que estava a pensar candidatar-me a sub-delegado (ganha-se menos mas, aparentemente, tem-se menos chatices) fico na dúvida se não vão pensar que tenho sido eu a escrever estas pérolas anónimas.

Registo comovido o mais puro espírito revolucionário, expresso num veemente "Quero, queremos eleições!" - embora, mais uma vez, conviesse especificar quem é que quer, porque senão fica toda a gente a pensar que sou eu...

E quero também aqui, neste espaço, mostrar a minha mais profunda solidariedade para com o Candidato sem Rosto quando afirma não querer "(...) chegar às aulas com alguém auto eleito!".
Acho que se trata de garantir um elementar direito de liberdade individual poder chegar às aulas com quem muito bem se entender: eu, por exemplo, devo chegar com a minha prima, para dividirmos as despesas com o transporte.

Uma sugestão, para terminar: podíamos fazer as eleições só depois das legislativas porque, assim, os candidatos podiam aproveitar os materiais de campanha que sobrassem destas.

Boa?

Não?...

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Feliz Ano Novo

O novo ano está para começar.
Não caibo em mim de contente, tantas as expectativas.
Já tenho o "champagne" no gelo, para comemorar.
Até já comprei uns "boxers" azuis, com uma espada e uma balança estampadas (o que eu mais gosto é da rapariga com os olhos vendados!).
Apesar de já ter o "champagne" no gelo - para comemorar - se calhar agora só vou abrir o "Asti Gancia": o "Möet & Chandon" fica para quando entrar no TOP 5. Para comemorar com a rapariga dos olhos vendados...
Feliz Ano Novo!... e cuidado com as passas: não se engasguem.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

O direito de escrever disparates

Este texto virá, provavelmente, fora de tempo.
Mas também, as imbecilidades e os disparates não têm um tempo: surgem do nada quando menos se espera! Por isso, cá vai.
No momento em que distintos colegas, num assomo de grande coragem, decidiram publicar anonimamente no e-mail da turma as pérolas literárias com que se dignaram presentear os restantes colegas, optei por não produzir qualquer comentário, certo de que tudo o que se dissesse apenas contribuiria para dar exposição a assuntos que não mereciam tamanha projecção. Mas ficou, desde logo, a vontade de o fazer num momento posterior. E ficou porque os textos que nos foram apresentados vêm, de uma forma completamente gratuita, minar o ambiente - que já não era famoso - lançando um clima de suspeição sobre tudo e sobre todos.
Desculpa-me, caro "Sexta-feira", mas não consigo vislumbrar o que é que tu ou quem quer que seja pode ganhar com o chorrilho de alarvidades que escreveste, nitidamente zangado com determinada professora (lá terás as tuas razões, mas olha que já tiveste professores incomparavelmente piores em apenas dois anos de curso), e obviamente incomodado pelo protagonismo de que alguns colegas possam, pela sua maneira de ser e estar, disfrutar. Além de que não fica bem escrever tudo aquilo, e no fim justificar o facto de não assinar com a necessidade de obter uma nota porque precisas "do curso para melhorar de vida". Mais valia não teres feito este malfadado exercício.
Ainda mal refeito do choque que as cartas a "B.V." e aos "Colegas do Fraque" produziram em mim, eis que, em registo idêntico, novo corajoso vem, qual Arauto da Verdade, empunhar a bandeira da turma numa revolta contra o poder instituído, reclamando por eleições. Tudo isto apimentado com insultos a pessoas mais ou menos identificáveis (os únicos que continuam por identificar são os corajosos autores dos textos) e com insinuações de divulgação de pormenores da vida privada de outras - o que não deixa de ser extraordinário e nos deixa a todos suspensos ansiando pelas cenas dos próximos capítulos.
Falando em eleições, farei aqui um parentisis para afirmar que não me revejo no "Quero, queremos eleições!" porque não passei procuração a ninguém para por mim falar. E acrescentar que, não sendo particularmente relacionado com a actual delegada, não me lembro de ter visto alguém (que não ela) manifestar, em momento algum, a disposição para se candidatar ao lugar. Quer-me parecer que para haver eleições é fundamental haver candidatos. É por isso que estamos todos à espera que, no momento oportuno, o companheiro assuma a sua candidatura.
Depois destas tristes manifestações de camaradagem, creio estar aberto o caminho para o aparecimento de todo o tipo de alarvidades, como sejam aquele projecto de "Top 5" (uma vez mais assinado pelo Anónimo) ou o texto que agora estão a ler.
Desgraçado país em que pessoas adultas, supostamente com uma formação acima da média, dão exemplos de tamanha mesquinhez e rancor. Deve ser desta massa que são feitos os políticos que tantas vezes ouvimos criticar nas aulas deste curso.
Uma nota final para o esforço que alguns fizeram depois para tentar minimizar os estragos provocados: inglório, na minha opinião (e aqui assumo também as minhas responsabilidades), mas que merece ser assinalado.