quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Pode não parecer... mas tem tudo a ver!

No Curso de Medicina, o professor dirige-se ao aluno e pergunta:- Quantos rins nós temos?
- Quatro! Responde o aluno.
- Quatro? - Replica o professor, arrogante, daqueles que têm prazer em gozar sobre os erros dos alunos.
- Traga um molho de feno, pois temos um asno na sala - ordena o professor ao seu auxiliar.- E para mim um cafezinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais conhecido como o 'Barão de Itararé'.
Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
-O senhor perguntou-me quantos rins 'nós temos'. 'Nós' temos quatro: dois meus e dois seus. Tenha um bom apetite e delicie-se com o feno.

A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento! Às vezes as pessoas, por terem mais um pouco de conhecimento ou acreditarem que o têm, ou por estarem num posto hierárquico superior, acham-se no direito de subestimar os outros...
Haja feno para essa gente.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Valia a pena pensar nisto

Quando desconfio sistematicamente que as acções que os outros praticam me podem prejudicar, é porque as minhas, se não têm como objectivo primeiro prejudicar os outros, têm pelo menos a finalidade de me evidenciar perante os demais.

Não há QU que aguente

Com a devida vénia ao colega que se saiu com esta pérola, realmente, com tanta palha e Tribunal "a quo", não há QU que aguente.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Os graxas

(Coloque-se a música de "Os Putos", de Carlos do Carmo,... e cante-se.)


Parecem Lapas a agarrar a rocha
Os graxas, os graxas

São como moscas em redor da bosta
Os graxas, os graxas

domingo, 15 de novembro de 2009

Haja pachorra

Para usar linguagem do imaginário futebolístico, «Um "bintém" é um "bintém"; um cretino é um cretino». Mas até a cretinice - pensava eu - tem limites ("Vocês sabem do que é que eu estou a falar").

Ele há-de ser o Xerife e o delegado (do Xerife, deputy na língua materna); ela há-de ser a senhora que, mau grado o despropósito das suas intervenções, insiste em assumir um protagonismo que apesar de tudo parece colher em alguns docentes;
eles hão-de ser alguns que, de forma mais discreta e sem nada dizer, vão metendo umas "buchazitas" na expectativa de mais um pontinho na caderneta.

Haja pachorra!

(Quem é que roubou o sinal de piso escorregadio?)

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

É por isto que eu vou ao Modelo

Até aqui, só íamos ao Continente: era pelo prazer de estar com a Leopoldina.
Agora já vamos ao Modelo: a Popota é nossa amiga.

Perigo de Queda


(Sinalética a colocar junto às mesas de apoio dos professores)

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Uma questão de atitude

Democracia? Mas quem é que disse que isto é uma democracia? Isto é Direito! E em Direito, basta que um não queira para condicionar a vontade de todos os outros.
Camaradagem? Espírito corporativo? Condicionar a minha vontade à vontade da maioria? Parar, sequer, para pensar e ver da validade do que está em jogo? Não vejo onde é que isso possa ter lugar e a quem é que pode interessar.
- Querem antecipar o início da aula para podermos sair mais cedo?
- Não!
- Mas não, porquê?
- Porque eu não quero.
Isto é que é atitude. É desta massa que são feitos os homens.

Pergunta do dia

Qual é a Regra Geral das Obrigações?

(Encontre a resposta numa qualquer estação de comboios perto de si).

Todos à MANIF

O Salgueiro Maia já morreu;
o Otelo tá xéxé;
já ninguém vende chaimites nem G3's.

Oh diabo: o que é que eu levo p'rá Manif?
Um cravo na lapela?
Uma muleta na mão?

Vou de comboio?

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O Regresso do Candidato Sem Rosto

Quando tudo apontava para um início de aulas parado e maçador, eis que surge de novo o Candidato sem Rosto, empunhando a sua já célebre bandeira da democracia e da luta pela união da turma, a dar um bocado de animação a esta pasmaceira. Se a "(...) auto eleita delegada não mostrou perfil para a função, mas sim para a divisão, (...)", então há que arrepiar caminho, fomentar a união e, para isso, nada melhor que umas cartinhas anónimas.

E para garantir a transparência, rigor e isenção que a função exige, "(...) queremos que haja primeiro candidaturas, saber quem está disponível, e votações (...) - esta parte é que me vem criar problemas: eu que estava a pensar candidatar-me a sub-delegado (ganha-se menos mas, aparentemente, tem-se menos chatices) fico na dúvida se não vão pensar que tenho sido eu a escrever estas pérolas anónimas.

Registo comovido o mais puro espírito revolucionário, expresso num veemente "Quero, queremos eleições!" - embora, mais uma vez, conviesse especificar quem é que quer, porque senão fica toda a gente a pensar que sou eu...

E quero também aqui, neste espaço, mostrar a minha mais profunda solidariedade para com o Candidato sem Rosto quando afirma não querer "(...) chegar às aulas com alguém auto eleito!".
Acho que se trata de garantir um elementar direito de liberdade individual poder chegar às aulas com quem muito bem se entender: eu, por exemplo, devo chegar com a minha prima, para dividirmos as despesas com o transporte.

Uma sugestão, para terminar: podíamos fazer as eleições só depois das legislativas porque, assim, os candidatos podiam aproveitar os materiais de campanha que sobrassem destas.

Boa?

Não?...

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Feliz Ano Novo

O novo ano está para começar.
Não caibo em mim de contente, tantas as expectativas.
Já tenho o "champagne" no gelo, para comemorar.
Até já comprei uns "boxers" azuis, com uma espada e uma balança estampadas (o que eu mais gosto é da rapariga com os olhos vendados!).
Apesar de já ter o "champagne" no gelo - para comemorar - se calhar agora só vou abrir o "Asti Gancia": o "Möet & Chandon" fica para quando entrar no TOP 5. Para comemorar com a rapariga dos olhos vendados...
Feliz Ano Novo!... e cuidado com as passas: não se engasguem.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

O direito de escrever disparates

Este texto virá, provavelmente, fora de tempo.
Mas também, as imbecilidades e os disparates não têm um tempo: surgem do nada quando menos se espera! Por isso, cá vai.
No momento em que distintos colegas, num assomo de grande coragem, decidiram publicar anonimamente no e-mail da turma as pérolas literárias com que se dignaram presentear os restantes colegas, optei por não produzir qualquer comentário, certo de que tudo o que se dissesse apenas contribuiria para dar exposição a assuntos que não mereciam tamanha projecção. Mas ficou, desde logo, a vontade de o fazer num momento posterior. E ficou porque os textos que nos foram apresentados vêm, de uma forma completamente gratuita, minar o ambiente - que já não era famoso - lançando um clima de suspeição sobre tudo e sobre todos.
Desculpa-me, caro "Sexta-feira", mas não consigo vislumbrar o que é que tu ou quem quer que seja pode ganhar com o chorrilho de alarvidades que escreveste, nitidamente zangado com determinada professora (lá terás as tuas razões, mas olha que já tiveste professores incomparavelmente piores em apenas dois anos de curso), e obviamente incomodado pelo protagonismo de que alguns colegas possam, pela sua maneira de ser e estar, disfrutar. Além de que não fica bem escrever tudo aquilo, e no fim justificar o facto de não assinar com a necessidade de obter uma nota porque precisas "do curso para melhorar de vida". Mais valia não teres feito este malfadado exercício.
Ainda mal refeito do choque que as cartas a "B.V." e aos "Colegas do Fraque" produziram em mim, eis que, em registo idêntico, novo corajoso vem, qual Arauto da Verdade, empunhar a bandeira da turma numa revolta contra o poder instituído, reclamando por eleições. Tudo isto apimentado com insultos a pessoas mais ou menos identificáveis (os únicos que continuam por identificar são os corajosos autores dos textos) e com insinuações de divulgação de pormenores da vida privada de outras - o que não deixa de ser extraordinário e nos deixa a todos suspensos ansiando pelas cenas dos próximos capítulos.
Falando em eleições, farei aqui um parentisis para afirmar que não me revejo no "Quero, queremos eleições!" porque não passei procuração a ninguém para por mim falar. E acrescentar que, não sendo particularmente relacionado com a actual delegada, não me lembro de ter visto alguém (que não ela) manifestar, em momento algum, a disposição para se candidatar ao lugar. Quer-me parecer que para haver eleições é fundamental haver candidatos. É por isso que estamos todos à espera que, no momento oportuno, o companheiro assuma a sua candidatura.
Depois destas tristes manifestações de camaradagem, creio estar aberto o caminho para o aparecimento de todo o tipo de alarvidades, como sejam aquele projecto de "Top 5" (uma vez mais assinado pelo Anónimo) ou o texto que agora estão a ler.
Desgraçado país em que pessoas adultas, supostamente com uma formação acima da média, dão exemplos de tamanha mesquinhez e rancor. Deve ser desta massa que são feitos os políticos que tantas vezes ouvimos criticar nas aulas deste curso.
Uma nota final para o esforço que alguns fizeram depois para tentar minimizar os estragos provocados: inglório, na minha opinião (e aqui assumo também as minhas responsabilidades), mas que merece ser assinalado.

sábado, 20 de junho de 2009

Carta de Intenções

Este blogue é uma ideia que não é nova.

De facto, ele foi pensado logo no início do 1.º ano do Curso de Direito da Universidade Lusófona iniciado em 2007 como possível espaço de opinião e partilha da vida da turma da noite, que fomentasse a discussão sobre interesses comuns e, assim, algum espírito de união. Por este ou aquele motivo, a ideia foi sempre adiada.

Até que recentes acontecimentos - leia-se, em particular, a publicação de textos (do nosso ponto de vista inqualificáveis) no e-mail da turma - levaram ao retomar do projecto, abandonando o registo de "Cantiga de Amigo" que presidia à ideia inicial, para agora pretender dar-lhe um cunho de "Conversas de Escárnio e Maldizer" mais condizente com o ambiente actual.

Este blogue será dinamizado por um grupo restrito de pessoas, cabendo esclarecer que as ideias publicadas nunca poderão ser entendidas como uma expressão da opinião do grupo, mas tão somente do seu autor. A este propósito, referimos que não é nosso propósito escrever sob anonimato, ainda que alguns autores possam fazer uso de pseudónimos. De facto, esses pseudónimos estão presentes nos vários suportes que cada um de nós habitualmente usa na Internet, pelo que o exercício de identificação não será difícil. Se ainda assim subsistirem dúvidas no espírito de eventuais visitantes do blogue, não se acanhem e perguntem... A cobertura do anonimato - que firmemente repudíamos - não fará parte do nosso mode de actuar.

Uma referência que consideramos importante para a expressão - "Bruxinha Viperina" - que escolhemos para nome deste espaço, para afirmar que a sua adopção nada tem a ver com a pessoa a quem, aparentemente, o nosso "Sexta-Feira" quis colar a imagem - até pelo respeito que a pessoa em causa nos merece. Achamos é que a expressão acaba por ter a sua piada e, face aos objectivos que traçámos, se ajusta à medida.

Finalmente um esclarecimento relativo à possibilidade de pessoas exteriores ao grupo de autores poderem comentar os "posts" publicados: essa participação poderá ser admitida, mas será sempre objecto de autorização de publicação pelos administradores do blogue. Como se compreenderá, este é um espaço sobre a turma - e não da turma. Podem chamar-lhe censura...

E pronto, caros autores: vamos lá a dar a azo ao que nos vai na alma. Acima de tudo, toca a divertir.

A equipa.