Para usar linguagem do imaginário futebolístico, «Um "bintém" é um "bintém"; um cretino é um cretino». Mas até a cretinice - pensava eu - tem limites ("Vocês sabem do que é que eu estou a falar").
Ele há-de ser o Xerife e o delegado (do Xerife, deputy na língua materna); ela há-de ser a senhora que, mau grado o despropósito das suas intervenções, insiste em assumir um protagonismo que apesar de tudo parece colher em alguns docentes;
eles hão-de ser alguns que, de forma mais discreta e sem nada dizer, vão metendo umas "buchazitas" na expectativa de mais um pontinho na caderneta.
Haja pachorra!
(Quem é que roubou o sinal de piso escorregadio?)
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E a propósito dessa cretinice, não podia deixar de falar naqueles outros que, ansiando por esses famigerados pontinhos na caderneta, se expõem ao ridículo fazendo autênticos inquéritos inusitados, julgando eles, cheios de intenção, aparentar ares de sabedoria e genuíno interesse nas matérias leccionadas. Esquecem-se esses outros, ou por falta da tal sabedoria, que não passa de uma irreal sombra projectada nas suas tacanhas mentes, ou por nos tomarem, na certa, por estúpidos, que as suas constantes intervenções durante as aulas, não passam despercebidas nem àqueles que realmente se interessam pelas aulas, nem a alguns docentes, que infelizmente continuam a permitir tais situações. Será que ninguém os pode avisar que aquelas perguntinhas, que caracterizam uma temporã fase do crescimento humano, incomodam e prejudicam todos os (nós) outros (felizmente, a maioria)?! Meu Deus! Dai-me forças para aguentar, ou melhor dizendo, não há mesmo pachorra.
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