sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O Regresso do Candidato Sem Rosto

Quando tudo apontava para um início de aulas parado e maçador, eis que surge de novo o Candidato sem Rosto, empunhando a sua já célebre bandeira da democracia e da luta pela união da turma, a dar um bocado de animação a esta pasmaceira. Se a "(...) auto eleita delegada não mostrou perfil para a função, mas sim para a divisão, (...)", então há que arrepiar caminho, fomentar a união e, para isso, nada melhor que umas cartinhas anónimas.

E para garantir a transparência, rigor e isenção que a função exige, "(...) queremos que haja primeiro candidaturas, saber quem está disponível, e votações (...) - esta parte é que me vem criar problemas: eu que estava a pensar candidatar-me a sub-delegado (ganha-se menos mas, aparentemente, tem-se menos chatices) fico na dúvida se não vão pensar que tenho sido eu a escrever estas pérolas anónimas.

Registo comovido o mais puro espírito revolucionário, expresso num veemente "Quero, queremos eleições!" - embora, mais uma vez, conviesse especificar quem é que quer, porque senão fica toda a gente a pensar que sou eu...

E quero também aqui, neste espaço, mostrar a minha mais profunda solidariedade para com o Candidato sem Rosto quando afirma não querer "(...) chegar às aulas com alguém auto eleito!".
Acho que se trata de garantir um elementar direito de liberdade individual poder chegar às aulas com quem muito bem se entender: eu, por exemplo, devo chegar com a minha prima, para dividirmos as despesas com o transporte.

Uma sugestão, para terminar: podíamos fazer as eleições só depois das legislativas porque, assim, os candidatos podiam aproveitar os materiais de campanha que sobrassem destas.

Boa?

Não?...

1 comentário:

  1. amigo, mto boa!!!
    escrevo em jeito de comentário porque nao consigo escrever pots... dahhh
    com juristas destes o país via mal...
    viva o marinho pinto que diz o que lhe vai na alma sem olhar a quem mas pelo menos dá a cara!!! :))
    bjs nós eheh

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